Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
TAIN, Laurence. Le corps reproducteur: dynamique de genre et pratiques reproductives.
  • Estudos Feministas, vol. 22, n.3
Artigo
SENA, Tito. Prefácio de Mara Lago e Miriam Grossi.Sexualidades, estatísticas e normalidades: a persona numerabilis nos relatórios Kinsey, Master & Jonhson e Hite.
  • Estudos Feministas, vol. 22, n.2
Artigo
RAGO, Margareth. A aventura de contar-se: feminismos, escrita de si e invenções da subjetividade.
  • Estudos Feministas, vol. 22, n.1
Livro
Guia brasileiro de fontes para a história da África, da escravidão negra e do negro na sociedade atual
  • Português
  • ESTEVÃO, Silvia Ninita de Moura, FONSECA, Vitor Manoel Marques da., SILVA, Jaime Antunes da e WANDERLEY, Regina Maria Martins Pereira
Tese
Tecendo a urdidura comum com os fios específicos: sentidos de gênero em mulheres chefes de família de camadas populares

Este trabalho resultou de estudo realizado com três mulheres chefes de família residentes em um bairro popular de uma cidade catarinense. Considerando a complexa construção ao longo da história de tudo o que se refere ao masculino e ao feminino, este trabalho pretendeu investigar de que forma constroem-se os sentidos de gênero na trajetória de vida destas mulheres. As entrevistas confirmam os dados estatísticos gerais: famílias chefiadas por mulheres sem marido são as mais pobres, são cada vez mais jovens e o grau de analfabetismo é elevado. Dentre o material analisado, constatou-se a forte presença de uma moral sexual conservadora e a importância delegada pelas entrevistadas à maternidade. Refletir como estes sentidos posicionam os sujeitos na trama das relações sociais e, portanto, nas relações de gênero, implica considerar que são nestas relações que os sujeitos constituem-se em homens e mulheres. Como metodologia de pesquisa para a coleta das narrativas, foram realizadas entrevistas recorrentes e em profundidade, e para a análise, utilizou-se a técnica de análise de conteúdo temática. Privilegiar processos discursivos remete a indagações sobre a subjetividade e suas formas científicas de interpretá-las, entre estas, o lugar da psicologia na construção e manutenção dos discursos sobre “ter ou fazer” o gênero.

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