CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
- Revista Gênero, vol 9 n. 1
Uma das condições para que na sociedade sejam alicerçados valores de género misóginos consiste na existência de uma estrutura de produção cultural heterossexual compulsiva, dominante e universalista que estabeleça princípios de representação dos sexos claramente diferenciados, que tendam a favorecer mais o homem em detrimento da mulher. Partimos de um princípio de que a produção da cultura origina processos de reprodução, o que significa, em termos práticos, que a representação de signos, códigos, valores e comportamentos associados aos sexos é potencialmente materializada nas sociedades, por homens e por mulheres. Essa tem sido uma batalha levada a cabo por muitas mulheres a partir da segunda vaga do movimento feminista, nomeadamente pela ala mais radical, que tem procurado reivindicar novos paradigmas no que diz respeito às convenções culturais de género. O que propomos neste estudo é analisar algumas das campanhas levadas a cabo por Nikki Craft, uma feminista radical norte-americana que viria a organizar e/ou a protagonizar nos anos 1970 e 1980 vários protestos em espaços públicos de algumas cidades dos Estados Unidos. Neste estudo procuramos clarificar as motivações e as estratégias levadas a cabo por essa feminista, cujos activismos incidiram contra algumas das estruturas culturais (campo da arte, instituições da beleza e indústria pornográfica) legitimadoras de representações desencadeadoras de prejuízos para a mulher
- Estudos Feministas, vol. 18, n.3
Este artículo comienza presentando la situación actual y las tendencias de la presencia de la mujer en puestos de responsabilidad política en parlamentos tanto internacionales y nacional y autonómicos de España. En concreto, se estudia el caso del Principado de Asturias en donde, además de comprobar el considerable incremento del número de mujeres en el parlamento, nos detenemos en dos aspectos problemáticos para la consecución del empoderamiento femenino. Nos vamos a referir a éste como un proceso que va más allá del acceso de las mujeres a puestos de toma de decisiones, significa, además, que las mujeres sean conscientes de sus capacidades, habilidades y competencia para influir en el ámbito político. Por esta razón, se ha considerado interesante valorar, por un lado, la dificultad tanto estructural como emocional que sostienen las mujeres debido a "la triple jornada laboral", lo que limita la igualdad de acceso a este mundo, y por otro, la influencia negativa que los estereotipos ejercen sobre las mujeres, moderando el proceso de autopercepción, autoestima y competencia en el desempeño del rol político. Se presume que ambos planteamientos explicarán de alguna forma el fenómeno de avance lento en el proceso de empoderamiento de las mujeres. Para ello se utilizan, por un lado, datos cuantitativos sobre presencia en puestos políticos, y, por otro, grupos de discusión, formados por diferentes miembros de partidos políticos y personas que ocupan cargos de responsabilidad a nivel parlamentario, gubernamental y administrativo en el Principado de Asturias
- Estudos Feministas, vol. 18, n.3
- Revista Gênero, vol 9 n. 1
- Revista Gênero, vol 9 n. 1


