Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
La sexualidad femenina, el holismo epistemológico y la complejidad: reflexiones para la vida

Partiendo del reconocimiento de la condición compleja del mundo en la globalización y de la necesaria consideración holística de los fenómenos que se le vinculan, se defenderá aquí una perspectiva de la sexualidad femenina análogamente compleja, desde la sugerencia y la defensa del holismo erótico, y como fuente posible de propuestas y soluciones ante los dilemas y encrucijadas propios de la 'era global'. La problematización de la sexualidad y el erotismo femeninos desde el paradigma holístico de la complejidad servirá de pretexto para la consideración de los problemas globales hoy desde una perspectiva diferente y multidisciplinar, y desde la denuncia de los paradigmas reduccionistas y mono-explicativos.

  • Estudos Feministas, vol. 17, n.2
Artigo
Cor, classe, gênero: aprendizado sexual e relações de domínio
  • Estudos Feministas, vol. 22, n.2
Tese
Contribuições Foucaultianas na análise do trabalho da produção de si atravessado pelo enunciado da depressão

Esta pesquisa pretende, partindo dos últimos textos de Foucault, utilizarse de alguns temas abordados por ele para refletir sobre a produção de uma forma de subjetividade possível a partir do reconhecimento de si como portador de um transtorno psiquiátrico. Tais temas se entrelaçam em uma mesma problematização do que somos nós na atualidade, como nos fazemos sujeitos historicamente. Desta maneira temas como o saber e poder médico e psiquiátrico, a produção de uma experiência ética, subjetividade e verdade, serão as vias de aproximação com o problema do reconhecimento de si em uma verdade que atribui a determinadas condutas a definição de patológicas, tendo como foco o enunciado da depressão. Para tanto, serão analisados fóruns e enquetes pertencentes a comunidades relacionadas à depressão no site de relacionamento virtual “Orkut” no intuito de observar os vestígios do trabalho realizado sobre si permeado por este enunciado. Tornar-se depressivo é empreender um trabalho não de encontrar a depressão em sua interioridade, a verdade da depressão presente em si mesmo conforme se é levado a crer. Ao contrário, tornar-se depressivo é empreender o exercício de reconhecerse depressivo nas minúcias do que se tem como o mais íntimo, as sensações, é ligá-las a uma verdade dificilmente questionável dentro de uma racionalidade biopolítica que constrói um ideal de saúde a ser perseguido por todos. Tornar-se depressivo compreende os exercícios de interpretar-se a partir do diagnóstico, justificar-se através de sua suposta condição patológica, antever suas possibilidades dentro do campo de projeções do tratamento, pôr-se em referência ao que é descrito para si como forma de vida. É fazer atuar em si mesmo esta verdade capaz de dar contornos a um conjunto de sensações até então não capturado com tamanha propriedade por outro saber.

Artigo
Sexo e cor: categorias de controle social e reprodução das desigualdades socioeconômicas no brasil

O presente artigo objetiva apresentar algumas reflexões sobre os dados contidos no Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, terceira edição, acerca das desigualdades socioeconômicas e da pobreza. Tendo como linha argumentativa a tese de que, como categorias de controle social, sexo e cor configuram marcos reguladores de oportunidades sociais, apresentamos alguns dados sobre a desigualdade entre homens e mulheres e entre negros e brancos que ilustram as iniquidades de poder associadas a essa desigualdade. Ressalta-se que tais categorias são fundamentais para a compreensão da produção e da reprodução das iniquidades de poder que permeiam a sociedade brasileira

  • Estudos Feministas, vol. 17, n.3
Artigo
Gênero, patriarcado, educação e os parâmetros curriculares nacionais

Este artigo tem por objetivo discutir a relação entre gênero e a educação, e como este tema é apresentado nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Inicialmente, discute- se o por quê da ausência da temática de gênero no currículo dos cursos de formação de professores. Para tanto,o conceito de gênero e o de patriarcado, como também, o papel reprodutor da instituição são apresentados. Em seguida, é feita uma breve revisão bibliográfica visando esclarecer o conceito de gênero, situando-o a partir de umquadro teórico-metodológico articulado com as questões de classe e raça/etnia, com as quais se encontra enovelado. Paralelamente, discute-se a construção da categoria patriarcado, como a forma pela qual, historicamente, o gênero é vivenciado. Finalmente, abre-se para o debate das questões de gênero e o papel reprodutivo da instituição escolar a partir da maneira parcial, secundária e lacunar em que aparece no tema transversal Orientação Sexual, nosParâmetros Curriculares Nacionais.

  • Caderno Espaço Feminino, v. 21, n. 1

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