Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
Histórias de vida de mulheres HIV+ ativistas: mudanças e permanências.

Nesses anos de seu reconhecimento, a aids tem obrigado a desnaturalizar questões sociais e culturais construídas historicamente e que são parte dos signos, das normas e dos códigos que balizam a estrutura e a organização da sociedade, impondo outros olhares e novas perspectivas para a complexidade de questões relacionadas aos gêneros, aos corpos e à cultura. Considerando essa conjuntura, esta pesquisa foi realizada com quatro mulheres HIV+ ativistas no movimento de aids com o objetivo de apreender suas concepções sobre a doença, os contextos de vulnerabilidade que possibilitaram sua infecção, suas vulnerabilidades à reinfecção e as mudanças e permanências nos campos afetivo-conjugal e da maternidade, a partir da experiência da doença e da militância.

  • Estudos Feministas, vol. 20, n.2
Artigo
'Homens trans': novos matizes na aquarela das masculinidades?
  • Estudos Feministas, vol. 20, n.2
Artigo
Revendo estereótipos: o papel dos homens no trabalho doméstico.

Este artigo apresenta, de forma resumida, os resultados de uma pesquisa sobre a participação masculina no trabalho doméstico, no cotidiano familiar e no cuidado com os filhos pequenos. Os procedimentos adotados em tal pesquisa incluíram etapas de natureza qualitativa e quantitativa. A primeira contou com entrevistas exploratórias, debates com grupos de homens de renda familiar inferior a cinco salários mínimos, pais de filhos com menos de 14 anos, por meio da metodologia de grupos focais. Na parte quantitativa foram utilizados dados secundários sobre a participação masculina nos "afazeres domésticos" e sobre o tempo gasto em tais atividades, obtidos nas bases de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) de 2006.

  • Estudos Feministas, vol. 20, n.1
Artigo
Genealogías feministas: sobre mujeres, revoluciones e ilustración: una mirada desde el sur

Este trabajo apunta a la esbozar y reconstruir genealogías feministas desde el sur, procurando articular la reflexión filosófica sobre el pasado político de las mujeres y los fragmentos dispersos de la historia de las mujeres en Nuestra América. La lectura que me propongo realizar se halla ligada a una perspectiva sobre la relación entre pasado y presente vinculada a la inspiración benjaminiana. Desde ese punto de vista, el pasado que interesa a los y las subalternas es el tiempo ahora, esto es, un tiempo que se nutre del pasado, de la mirada hacia atrás, hacia ese momento significativo en la historia de Nuestra América - el de las guerras de independencia - y el presente. En aquel tiempo se abría un horizonte entonces anticipado como de inauguración de un nuevo tiempo y de un orden político nuevo. Esta reflexión está centrada en las relaciones entre cuerpo, política e historia desde un punto de vista que busca construir conocimiento situado, y producir una crítica a la tendencia a retornar sobre la idea del carácter a-histórico de la subordinación de las mujeres, a transformarla en lo que Geneviève Fraisse denomina una 'querella', un debate sin tiempo en el que se juega la eterna repetición de lo mismo. Una operación que, desde el punto de vista que sostengo, se duplica en el caso de las mujeres del sur.

  • Estudos Feministas, Vol. 20, n.3
Artigo
Entre vapores & vídeos pornôs: dissidências homo/eróticas na trama discursiva do envelhecimento masculino.

Este artigo analisa formas de regulação do gênero e da sexualidade em sua articulação com os discursos normativos acionados na produção discursiva do envelhecimento. Buscando problematizar os jogos de verdade que cercam as experimentações de homens idosos em práticas homo/eróticas, tratou-se neste estudo (resultado de uma tese de doutorado em Educação) de compreender como algo em torno de uma forma que o corpo toma é fabricado e descrito como verdade, produzindo sua materialidade (discursiva) 'abjeta'.

  • Estudos Feministas, vol. 20, n.2

Inscreva-se para receber nosso boletim