CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
O presente artigo tem como objetivo, a partir de trabalhos etnográficos, tecer uma análise antropológica sobre as práticas alimentares, enquanto sistema, de homens e mulheres Mbyá-Guarani, grupo indígena presente no Brasil.
- Caderno Espaço Feminino, v.19 n.1
Nos últimos anos, tem-se verificado nas pesquisas domiciliares um aumento da proporção de mulheres chefes de família ou domicílio. Isto é um reflexo de transformações na sociedade, em que as mulheres, ao ingressarem no mercado de trabalho, cada vez mais têm contribuído para a provisão do sustento familiar, além de exercerem as funções de mães e esposas. A ausência de cônjuge é uma característica marcante entre os domicílios de chefia feminina que, associada à questão da maior vulnerabilidade econômica das mulheres e à presença de crianças, o que aumenta a razão de dependência, tem levado à afirmação de que os domicílios chefiados por mulheres seriam os que apresentariam maior probabilidade de serem pobres. Dessa forma, a discussão sobre o conceito da variável chefe de família/domicílio, que nas pesquisas domiciliares do IBGE apresentam denomina-ções diferentes para o mesmo conceito, torna-se crucial para a compreensão do fenômeno. Para isso, foi feito um estudo desta variável nos Censos de 1991 e 2000 e para as PNADs a partir de 1990, desagregando as informa-ções de chefia de acordo com o sexo e a presença de cônjuge. Em função da importân-cia do conceito de chefia nos estudos de pobreza e gênero, foi elaborada uma seção que discute o tema de feminização da pobreza, considerando o avanço da chefia feminina no caso brasileiro.
- Revista Gênero, v.4 n.2
- Estudos Feministas, vol. 17, n.3
- Estudos Feministas, vol. 21, n.1
- Estudos Feministas, vol. 12, n.2





