CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
Este trabalho analisa algumas representações do feminino veiculadas na revista Servas do Senhor, impresso oficial da Liga das Senhoras Luteranas do Brasil, entre 1960 e 2000. Por meio da análise da revista foram recortadas algumas temáticas que permearam o cenário social ao longo das décadas de 70, 80 e 90, do século XX, no Brasil. Entre essas, os movimentos sociais, legalização do aborto, sexualidade, moda, mídia, família, valores, trabalho e a participação das mulheres na igreja.
- Caderno Espaço Feminino, v. 21, n. 1
Este trabalho tem como objetivo analisar as relações de gênero na sociedade brasileira da primeira metade do século XX. Para isso, tomamos como ponto de partida da investigação o Código Civil de 1916, que em seus artigos deixam de uma forma clara e evidente os direitos e deveres do homem e da mulher na sociedade. Desta forma, tanto o comportamento masculino quanto feminino tinham que seguir padrões desejáveis, e os que fugiam a estes eram imediatamente condenados pela sociedade e pela jurisprudência. Esta última tinha como missão defender a moral e os bons costumes. Na sua interpretação, a família era a base da sociedade brasileira que não poderia ser corrupta, ou, degenerada, pois poderia produzir indivíduos doentes que iriam contaminar todo tecido social. Portanto, o Código Civil e a jurisprudência da época achavam que controlando as relações sociais e sexuais dos indivíduos poderiam criar uma sociedade “civilizada” e trabalhadora. Do outro lado, vamos observar como estas práticas foram percebidas e resignificadas no seu cotidiano.
- Caderno Espaço Feminino, v.22, n.2
- Estudos Feministas, vol. 16, n.3
Muchas ciudades se pueden encontrar en una ciudad: algunas visibles y otras invisibles, pero todas ellas se producen en lo heterotópico del espacio otro (heterogéneo y nómada). Diversas formas de imaginar las ciudades (desde la literatura, el cine, la música) permiten transgredir las ciudades postpatriarcales, desde una concepción del feminismo nómada, rizomática y transversal, y responderles creativa y estéticamente a las ciudades que se han ido diseñando bajo el alero del capitalismo tardío: homogéneas, (in)diferentes, no lugarizadas, machistas (sin identidad, ni relaciones, ni historias). Frente a ellas, sin duda, surge y brota la figura de las ciudades otras, de la multiplicidad de las diferencias y las singularidades, de lo dejado de lado: los estudios de género y la reivindicación que ellos hacen (ciudades sexuales y nómadas), ciudades diferentes, ambiguas, ambivalentes, excéntricas, deseantes y heterotópicas (de espacios heterogéneos, cambiantes y fracturados).
- Estudos Feministas, vol. 17, n.2
El presente articulo tiene como objetivo principal analizar la teoria queer, abajo el punto de vista de la de-construcción de las llamadas sexualidades perféricas. El trabajo se apoya en un enfoque de género principalmente en la teoría de Judith Butler que propone una concepción del género imitativa y representativa, mientras se hace una critica a la teoría queer que al considerar el género y la homosexualidad como una construcción cultural, nega la existencia natural o intrínsica de la homosexualidade.
- Caderno Espaço Feminino, v.20 n.2





