Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
A guerra para tornar-se humano/ Tornar-se humano em tempo de guerra
  • Estudos Feministas, vol. 9, n.2
Artigo
Pelleter, Madeleine. Memorias de uma feminista
  • Estudos Feministas, vol. 14, n.2
Artigo
Novas tecnologias reprodutivas conceptivas: bioética e controvérsias

Este artigo trata de alguns dos múltiplos aspectos éticos/bioéticos e de gênero no campo das novas tecnologias reprodutivas conceptivas (NTRc). A literatura nele apresentada aponta para a pluralidade de situações e abordagens possíveis em um campo multidimensional e controvertido. Explicita alguns princípios éticos/bioéticos do agir biomédico encontrados durante pesquisa com casais heterossexuais que fizeram reprodução assistida e com médic@s especialistas em reprodução humana no Sul do Brasil.1 Apresenta os pressupostos éticos/ bioéticos sancionadores do agir médico e da continuidade dos chamados tratamentos para engravidar, e analisa os mecanismos utilizados para reerguer as expectativas dos casais em situação de desconfiança ou de insucesso.

  • Estudos Feministas, vol. 12, n.1
Artigo
DEBLE EPSTEIN, D.; Johnson, R. Sexualidades e institución escolar
  • Estudos Feministas, vol. 9, n.2
Tese
Cinco Histórias: Sete Vidas. Narrativas biográficas de Clarice Lispector

Esta dissertação investiga o conceito de biografia em cinco textos escritos por mulheres sobre a vida da escritora Clarice Lispector, com o propósito de discutir as possibilidades discursivas e de leitura deste gênero literário. Um dos questionamentos primeiros do trabalho foi: se os textos são tão diferentes e deles surgem várias Clarices, se não há uma homogeneidade, são biografiasl Buscou-se, a partir daí, estabelecer uma posição de leitura que prestigiasse a versatilidade do gênero biográfico e o interrogasse, especulando sua postura transgressora. O biógrafo pode assim ser visto como alguém que arromba a porta do quarto alheio, puxa gavetas, abre portas; desarruma móveis e roupas. O biógrafo pode também ser visto como alguém que, apesar de desordeiro, e por ter tirado as coisas do lugar, impõe a si limites.

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