Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
REVISTA “A MENSAGEIRA”: ALVORECER DE UMA NOVA ERA?

A Mensageira “revista literária dedicada à mulher brasileira”, lançada por Presciliana Duarte de Almeida (1867-1944), circulou em São Paulo, entre os anos de 1897 a 1900. Destinada à produção literária feminina, publicava também artigos que defendiam a emancipação das mulheres, reivindicando especialmente uma educação de qualidade. Em suas páginas figuravam nomes como os da escritora Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) e da portuguesa Guiomar Torrezão (1844-1898), escritora e líder feminista.

  • Estudos Feministas, vol. 12, n.especial
Artigo
Djuna Barnes e a arte de "No bosque da noite"
  • Revista Gênero, vol 9 n. 2
Artigo
Travestismos: gênero e ficção em Silviano Santiago
  • Revista Gênero, vol 9 n. 2
Artigo
Pensamiento religioso y poder: brujería, hechicería y superstición femenina en Xalapa. Siglos XVII-XVII
  • Revista Gênero, vol 9 n. 2
Tese
Aborto Legal e Cultivo ao Segredo: Dramas, Práticas e Representações de Profissionais de Saude, Feministas e Agentes Sociais no Brasil e em Portugal

Este trabalho tem por objetivo investigar as lutas e debates pelo aborto legal no Brasil e em Portugal a partir de diferentes observações, práticas, representações e discursos, cujos centros são os serviços de saúde e a relação com os/as profissionais biomédicos/cas, feministas e outros/as agentes. A tese aponta que o aborto, mesmo em situações permitidas por lei, continua objeto de segredo e de ocultação devido à forte carga simbólica que o feto, enquanto pessoa, adquire nessas sociedades ocidentais contemporâneas. Também se observa que concepções de senso comum e de senso(s) religioso(s) a respeito dos direitos das mulheres e do feto entram em choque nestes dois países, algo que se inscreve na polêmica em torno do conceito de “vida”, além de concepções que circulam nas tensas relações entre gênero e poder. Metodologicamente, o assunto foi investigado num campo multissituado a partir de entrevistas semiestruturadas, observação participante, conversas informais e pesquisas realizadas em jornais e revistas.

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