Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
Questões de gênero em estudos comparativos de imigração: mulheres judias em São Paulo e em Nova York

Este artigo discute as relações de gênero vividas por mulheres imigrantes judias, procedentes da Europa Oriental, que se fixaram em São Paulo e em Nova York, e por suas filhas, nascidas nessas cidades, apontando a importância das categorias gênero e geração nos estudos comparativos de imigração.

  • Cadernos Pagu, Cara, cor, corpo, v.23
Artigo
Legislação menorista para o trabalho: infância em construção (Florianópolis, 1930-1945)

Este artigo analisa a legislação instituída pelo Estado brasileiro nas primeiras décadas do século XX, que visava regulamentar as relações de trabalho infanto-juvenis. Essa regulamentação foi peracionalizada pelas autoridades judiciárias e contribuiu para a introdução de uma noção de infância pautada nas representações sociais de masculino e feminino, presentes na norma familiar burguesa, para as famílias pobres urbanas do Brasil durante o governo de Vargas.

  • Caderno Espaço Feminino, v.17 n.01
Artigo
Gender & Technology: A Reader
  • Cadernos Pagu, (trans)formações, v.24
Artigo
De “corpos” a “pessoas”: a atuação das pacientes através do julgamento da Dra. Mary Dixon Jones de 1892

Este artigo discute o sensacional processo de 1892 entre o jornal Eagle, Do Brooklin, Nova Iorque, e uma conhecida cirurgiã ginecologista, Dra. Mary Amanda Dixon Jones. Sugiro que o evento confirmou e ajudou a mudar a compreensão sobre o corpo feminino e as doenças ginecológicas para as pacientes, os espectadores do julgamento e o público mais amplo. O desenvolvimento da cirurgia ginecológica alterou as relações entre médico e paciente, permitindo que mulheres pobres e de classe média falassem no tribunal sobre sua penosa experiência da doença. O julgamento proporcionou um canal público incomum para a divulgação das reclamações quanto à condição feminina, assim como para discussão sobre a prática médica.

  • Cadernos Pagu, (trans)formações, v.24
Artigo
Espelho próprio dos travestis
  • Estudos Feministas, vol. 3, n.1

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