Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
PUBLICACIONES FEMINISTAS EN EL ECUADOR: CARACOLA Y EL ÁGORA DE LAS MUJERES

Este ensayo se refiere a Caracola y El Ágora de las Mujeres, dos publicaciones feministas que circulan en El Ecuador. La primera es una revista impresa y trimestral que apareció en marzo de 2001; la segunda es una página que se distribuyó por correo eléctrico durante el 2002 y el 2003.En el ensayo se plantean los objetivos de estas publicaciones, se describe la acogida que han tenido entre la audiencia que han captado, y los desafios que ambos medios de comunicación enfrentan. Dos son las preocupaciones principales de la autora: Cómo elevar la audibilidad de los discursos feministas en el medio ecuatoriano y cómo erosionar el pensamiento androcéntrico que domina las ciencias, la literatura y el arte en ese país.

  • Estudos Feministas, vol. 12, n.especial
Artigo
TEMPOS MODERNOS, NOVOS PARTOS E NOVAS PARTEIRAS: O PARTO NO JAPÃO DE 1868 AOS ANOS 1930

As shin-sanba, ou ‘novas parteiras’ medicalizadas, que apareceram durante o período Meiji (1868–1912) no Japão, parecem ter, aos olhos atuais, substituído rapidamente e sem conflito as ‘velhas parteiras’ (kyû-sanba) e as cada vez mais criminalizadas ‘parteiras não licenciadas’ (mumenkyo-sanba), enquanto a profissão de parteira foi se desenvolvendo progressivamente como profissão médica moderna. Este artigo sugere que a história das parteiras na era moderna foi mais complexa do que aquilo que se imagina atualmente. Primeiro, o surgimento e a prosperidade das shin-sanba estiveram intrinsecamente ligados às contingências do Japão moderno e ao inter-relacionamento de vários grupos de atores históricos – autoridades da higiene, sankai (ginecologistas-obstetras), outras parteiras e ‘clientes’. Segundo, ao longo da era moderna, as shin-sanba não substituíram outros tipos de parteiras; na verdade, os diferentes tipos co-existiram. Por fim, a existência e o status das parteiras dependeram em grande parte de um mercado de serviços de saúde marcado pelo laissezfaire, e as realidades desse mercado muitas vezes contradiziam a retórica médica que favorecia as shin-sanba em relação a outros tipos de parteiras.

  • Estudos Feministas, vol. 10, n.2
Artigo
A epistemologia do armário

Nesta versão condensada de seu livro homônimo, Sedgwick esboça uma reflexão sobre o “armário” como um dispositivo de regulação da vida de gays e lésbicas que concerne, também, aos heterossexuais e seus privilégios de visibilidade e hegemonia de valores. A pesquisadora norteamericana afirma que “o armário”, ou o “segredo aberto”, marcou a vida gay/lésbica no último século e não deixou de fazê-lo mesmo após o marco de Stonewall em 1969. Sedgwick argumenta ainda que esse regime, com suas regras contraditórias e limitantes sobre privacidade e revelações, público e privado, conhecimento e ignorância, serviu para dar forma ao modo como muitas questões de valores e epistemologia foram concebidas e abordadas na moderna sociedade ocidental como um todo.

  • Cadernos Pagu, Quereres, v.28
Artigo
Feministas e tecnocratas na democratização da América Latina

Os movimentos de mulheres muito contribuíram para pôr fim aos governos autoritários na América Latina, mas sua participação na reconstrução da política democrática tem sido mais limitada do que o esperado. Este artigo argumenta que a enorme influência exercida por elites tecnocráticas no processo de democratização na América Latina tem representado um obstáculo para a melhoria do status da mulher na região. Pressupostos e práticas preconceituosos quanto ao gênero têm sido apenas parcialmente abordados, em parte porque o processo de elaboração de políticas é controlado por economistas, um grupo profissional com uma postura particularmente hostil às análises de gênero. Sugere-se que mudanças no interior da (disciplina) Economia poderiam colaborar na tarefa de tornar a democracia mais sensível às demandas das mulheres.

  • Estudos Feministas, vol. 11, n.2
Artigo
Las bases epistémicas de la concepción feminista de la ciudadanía.

La crítica desde la teoría política feminista hacia el concepto de ciudadanía puede comprenderse desde una concepción amplia de la epistemología como gnoseología en general. Desde esta perspectiva, el eje de la crítica se dirige al concepto de individuo ciudadano universal, sustentado desde la teoría contractualista, al argumentar que está constituido desde un universalismo restringido que revela un sesgo de género. De este modo, el artículo propone que el sustento epistémico del análisis feminista a la noción de ciudadanía versa sobre un cuestionamiento a la categoría de un sujeto de derecho universal, planteando este reconocimiento como clave para la obtención de la emancipación de las mujeres de las relaciones de dominación, argumentando en base a ello que la división entre el espacio de lo público y el ámbito de lo privado es una ficción. Desde ahí, surge el cuestionamiento por el tipo de sujetos que deben sustentar el modelo de la ciudadanía, desde el cual el feminismo ha erguido parte importante de su propuesta para transformar la concepción de la política como un espacio que reconoce la diferencia de género y sostiene la equidad.

  • Estudos Feministas, vol. 24, n.1

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