Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
Desigualdades salariais entre homens e mulheres a partir de uma abordagem de economistas feministas
  • Revista Gênero, vol 9 n. 1
Artigo
De Medéia a La Malinche: Ignácio Manuel Altamirano e o discurso da traição na história da conquista do México

Este artigo examina o processo de construção de La Malinche, figura mítica feminina, como vilã-mor da história mexicana, num contexto histórico dominado pela construção do Estado Nacional.

  • Revista Gênero, v.8 n.1
Artigo
Superandos as desigualdades de gênero: o papel da escola

Este texto tem como objetivo abordar a temática das relações de gênero em um espaço fundamental da socialização infantil - a escola -, refletindo sobre os principais avanços e limites para a aplicabilidade de políticas públicas neste campo. Para esta análise, foi destacada a experiência, no Brasil, do lançamento dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) em 2000, que recomentdam o trato da sexualidade nas escolas por meio do tema transversal - orientação sexual. Como qualquer iniciativa institucional, a operacionalização das "recomendações" enfrentou muitos obstáculos. A partir de uma reflexão sobre as tendências observadas, hoje, no debate sobre as relações de gênero e o seu impacto na educação de crianças do sexo masculino e feminino, é analisado um vídeo educativo produzido com este fim, com base nas diferenças e expectativas que as próprias crianças indicam quanto ao fenômeno estudado: a possibilidade da superação das hierarquias de gênero.

  • Revista Gênero, v.8 n.1
Artigo
Rostos invisíveis da violência armada: um estudo de caso sobre o Rio de Janeiro

Atualmente assistimos à proliferação global de um tipo específico de conflito violento: elevadas concentrações da violência armada em uma escala micro, que ocorrem em grande medida nas áreas periféricas de grandes centros urbanos, e que têm como atores principais (vítimas diretas e perpetradores) jovens de classes sociais marginalizadas. O Brasil, e o Rio de Janeiro em particular, constitui um claro exemplo deste tipo de conflito. Apesar de não viver uma guerra declarada, a cidade tem uma das mais elevadas taxas de mortes por armas de fogo do munto. Este contexto de conflito (armado) violento tem impactos específicos nas vidas de mulehres e homens. No entanto, uma vez que não são consideradas o principal "grupo de risco", os mecanismos existentes são freqüentemente insuficientes para entendermos a complexidade das formas de envolvimento do sexo feminino na violência armada, bem como os impactos que esta violência tem nas suas vidas. Com este artigo, pretendo analisar silêncios e invisibilidades neste cenário: os papéis de mulheres e meninas no contexto específico do Rio de Janeiro, bem como os impactos que a violência perpetrada com armas de foto tem nas suas vidas.

  • Revista Gênero, v.8 n.2
Artigo
Uma “perspectiva parcial” sobre ser mulher, cientista e nordestina no Brasil.

Este artigo propõe compreender como mulheres cientistas estão inseridas na produção de conhecimento científico e tecnológico em universidades públicas federais específicas da Região Nordeste do Brasil. A realização de entrevistas e observações diretas nos seus cotidianos de trabalho tornaram possível a construção de reflexões alicerçadas nas experiências sociais de mulheres cientistas pertencentes a dois grandes ramos de saberes: humanidades e as ciências supostamente “exatas”. Por meio desta abordagem, situada e parcial, sobre a inserção e permanência de mulheres nas ciências contemporâneas, pudemos observar a conservação de antigas questões que ainda se colocam como prementes na compreensão feminista e de gênero das ciências.

  • Estudos Feministas, vol. 24, n.3

Inscreva-se para receber nosso boletim