CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
Esta dissertação é uma análise de narrativas de experiência pessoal de eventos considerados violentos. Trata-se de uma interpretação da forma pela qual habitantes de Florianópolis (SC) que se consideram como vítimas de alguma das modalidades das violências expressam suas experiências. Busca-se analisar o significado de eventos violentos e como as pessoas vivenciam, pensam, interpretam, concedem sentido e o expressam em suas narrativas, em que se pode encontrar a expressão da identidade do sujeito narrador, assim como a formulação de contra-identidades dos sujeitos que se considera serem responsáveis pelas violências sofridas. Procura-se também entender como tais eventos e o medo associado a eles alteram o cotidiano e a sociabilidade dos indivíduos, e como os habitantes da cidade concedem significado às suas experiências das violências.
A instalação da imprensa no Brasil permitiu que a circulação de livros aumentasse, mesmo que se leve em conta as dificuldades de ampliação do público leitor, devido a um alto grau de analfabetismo no século XIX. A leitora foi uma nova conquista que permitiu a multiplicação da oferta de romances, folhetins, poesia e belas letras em geral. A conquista desta leitora se fazia também a partir de anúncios em jornais. Este público em poten-cial também promoveu o aumento do interesse de livreiros estrangeiros, que passaram a formar a maioria de comerciantes e livreiros na cidade do Rio de Janeiro. As leitoras transformaram-se lentamente, e de simples consumidoras passaram a escrever livros, tornando-se autoras.
- Revista Gênero, v.5 n.2
- Revista Crítica de Ciências Sociais
O presente trabalho explora estudos teóricos que têm buscado conciliar feminismo e maternidade, e seus reflexos na literatura. A partir da perspectiva psicanalítica, objetivam desconstruir os mitos patriarcais que regulam a complexa experiência da maternidade; analisam as fragilidades e inconsistências do paradigma edipiano, e identificam o crescimento de outras economias psicológicas e narrativas que buscam ressignificar a maternidade sob a ótica da mulher. Cixous, Irigaray e Kristeva, e recentes contribuições para uma teoria feminista da maternidade. Breve análise desta temática na literatura inglesa.
- Revista Gênero, v.5 n.2
- Revista Gênero, v.7 n.2



