Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
Corpo estranho Sobre o romance de Adriana Lunardi
  • Cadernos Pagu, Mudanças, v.30
Artigo
Modernidade e crítica da modernidade: a Sociologia e alguns desafios feministas às categorias de análise

Este trabalho aborda as tradições do pensamento sociológico para compreender e explicar a modernidade e seus fenômenos econômicos, sociais e políticos, que transformaram a sociedade moderna ocidental. As discussões em torno dos desafios colocados para a Sociologia para a reformulação das tradições científicas na contemporaneidade foram alavancadas pelas críticas feministas, colocando questionamentos de ordem histórica, epistemológica e metodológica.

  • Cadernos Pagu, Mudanças, v.30
Artigo
‘Mulher sem-vergonha’ e ‘traidor responsável’: problematizando representações de gênero em anúncios televisivos oficiais de prevenção ao HIV/AIDS

O artigo discute, a partir da ótica de agentes comunitários/as de saúde que trabalham no Programa de Saúde da Família na periferia de Porto Alegre/RS, anúncios televisivos que integraram campanhas oficiais de prevenção ao HIV/aids implementadas no Brasil (de 1994 a 2000) com o objetivo de contribuir para uma leitura crítica desse tipo de material, considerando as relações de gênero ali representadas. Analisam-se, sob o enfoque da análise cultural, discursos que instituem duas representações: a de ‘mulher sem-vergonha’ e a de ‘traidor responsável’. Argumenta-se que representações como essas são produzidas, entre outras instâncias, pelo próprio conhecimento que dá suporte às campanhas de prevenção e que elas acabam reiterando comportamentos e práticas de gênero e sexuais que pretendem transformar ou romper.

  • Estudos Feministas, vol. 12, n.2
Artigo
O feminismo brasileiro desde os anos 1970: revisitando uma trajetória

Com base na experiência brasileira das últimas décadas, o texto aborda o feminismo como um fenômeno que, embora enuncie genérica e abstratamente a emancipação feminina, se concretiza no âmbito de contextos sociais, culturais, políticos e históricos específicos. O artigo mostra, inicialmente, o feminismo no Brasil, nos anos 1970, como um movimento de mulheres que se configura em oposição à ditadura militar e que foi se desenvolvendo, nas décadas seguintes, dentro das possibilidades e limites que se explicitaram no processo de abertura política. Argumenta-se, entretanto, que as dificuldades enfrentadas pelo feminismo brasileiro não dizem respeito apenas aos constrangimentos da conjuntura em que se manifestou, mas a impasses de ordem estrutural do feminismo, uma vez que as mulheres não são uma categoria universal, exceto pela projeção de nossas próprias referências culturais. Sua existência social e cultural implica a diversidade, instituindo fronteiras que recortam o mundo culturalmente identificado como feminino. A análise do feminismo, assim, requer a referência ao contexto de sua enunciação, que lhe dá o significado. Da mesma maneira, a análise das relações de gênero implica considerar a noção de pessoa, tal como concebida no universo simbólico ao qual se referem essas relações.

  • Estudos Feministas, vol. 12, n.2
Artigo
Masculinidade, feminilidade e a reprodução das desigualdades
  • Cadernos Pagu, Mudanças, v.30

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