Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
Interseccionalidade em uma era de globalização: as implicações da Coferência Mundial contra o Racismo para as práticas feministas transnacionais

Este relatório analisa a interseccionalidade como uma abordagem feminista com significante impacto nos discursos e debates durante o Fórum de ONGs e a Conferência Mundial Contra o Racismo, em Durban, África do Sul. O termo ‘interseccionalidade’ se refere às articulações entre a discriminação de gênero, a homofobia, o racismo e a exploração de classe. Falando do lugar de enunciação de mulheres de cor feministas situadas nos territórios geográficos dos Estados Unidos, as autoras enfatizam algumas questões-chave e tendências dos movimentos sociais que foram ignoradas pela mídia estadunidense. Alternativamente, o relatório examina como a introdução das ‘intolerâncias correlatas’ na agenda da Conferência permitiu discussões mais amplas sobre os efeitos da globalização no agravamento do racismo e sobre as múltiplas opressões com relação à orientação sexual e aos direitos sexuais. As autoras argumentam que uma insistência na significância do gênero e da raça, bem como da classe, no contexto do capitalismo neo-liberal, coloca novas e importantes coordenadas nos mapas do feminismo transnacional e do crescente movimento anti-globalização

  • Estudos Feministas, vol. 10, n.1
Artigo
Médicas, arquitetas, advogadas e engenheiras: mulheres em carreiras, profissionais de prestígio
  • Estudos Feministas, v.7, n.1_2
Artigo
A literatura de viagem como fonte da história social
  • Estudos Feministas, v.7, n.1_2
Artigo
Mau aluno, boa aluna? Como as professora avaliam meninos e meninas

Baseado em pesquisa qualitativa numa escola pública de ensino fundamental de São Paulo, o artigo discute os critérios de avaliação escolar das professoras, apontando em que medida suas opiniões sobre masculinidade e feminilidade interferiam em seus julgamentos e o que era mais valorizado no comportamento de meninas e meninos. Conclui pela urgência de promover essa reflexão no campo educacional, pois, se já eram marcantes em sistemas de avaliação mais formalizados, com testes, atribuição de notas e organização da escola em séries, as hierarquias de gênero parecem tornar-se mais poderosas nas chamadas avaliações de processo, em curso na maioria das escolas brasileiras, a partir do sistema de ciclos.

  • Estudos Feministas, vol. 9, n.2
Artigo
Mulheres reescrevendo a nação

Busca-se problematizar a representação romântica da identidade brasileira do século XIX bem como levantar a questão de sua representatividade a partir do resgate de obras de autoria feminina silenciadas nas margens da tradição cultural brasileira e da sua inscrição no processo de narrativização da nação.

  • Estudos Feministas, vol. 8, n.1

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