Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
Capitação de líderes femininas: reflexões sobre a experiência do IBAM

Partindo da experiência do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) na formação de lideranças femininas, e tomando como exemplo a Campanha Mulheres sem medo do Poder, realizada nas eleições de 1996, a exposição tece reflexões sobre os novos significados que o campo político adquire com as entradas das mulheres, e analisa as possíveis peculiaridades das mulheres no exercício do poder.

  • Estudos Feministas, vol. 9, n.1
Artigo
FARRELL, Amy Erdman. A Ms. Magazine e a promessa do feminismo popular.
  • Estudos Feministas, vol. 14, n.3
Artigo
Artefatos de gênero na arte do barro: masculinidades e femininidades

Este é um estudo sobre gênero na produção artística de peças de cerâmica em algumas comunidades de artesãos do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, onde tradicionalmente apenas as mulheres chamadas “paneleiras” praticavam esse ofício, que era transmitido de mãe para filha. Naquela região, assim que a arte do barro se tornou uma fonte alternativa de renda, vários homens decidiram entrar para o ofício. A entrada de homens na arte do barro provocou reconfigurações nas relações de gênero. Um ponto muito importante a ser observado aqui é que apesar de tradicionalmente transmitida por mulheres e pela ação feminina, a arte do barro tem incorporado valores de masculinidade: ao se aproximarem de um ofício tradicionalmente feminino, os homens passaram a retirar dele recursos simbólicos de representação de masculinidade.

  • Estudos Feministas, vol. 9, n.1
Artigo
Cecília Meireles: imagens femininas

Ao traçar a trajetória da poeta Cecília Meireles, este artigo evidencia sua capacidade de perscrutar as coisas existentes para surpreender nelas o rasgo imperecível. Ao longo de sua obra, a autora convulsiona a lógica discursiva, renomeia os seres, transmuta-lhes os atributos, confundindo-os e encaminhando-os a um caos que pede urgência na reordenação do que seria um novo mundo.

  • Cadernos Pagu, Ciência, substantivo feminino, plural, v.27
Artigo
“A vida em que vivemos”:

Resumo: Neste artigo, o autor apresenta dados preliminares de pesquisa etnográfica com jovens de ambos os sexos em grande bairro popular na periferia de São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O objetivo da pesquisa é interrogar sobre a experiência da modernização em ambiente de pobreza e subcidadania e, mais especificamente, como as práticas e representações de raça e gênero são mobilizadas pelos agentes nesse contexto. O debate sobre modernização e relações raciais, assim como uma descrição sociológica sintética do bairro, ajudam a enquadrar as observações etnográficas, relacionadas principalmente aos usos do corpo, sua racialização e gendering; a experiência da subalternidade de classe; e o sentimento de excentricidade ou condição periférica.

  • Estudos Feministas, v.14 n.1, vol. 14, n.1

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