Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “racismo”

50 resultados

Recortes de jornais
Sociologia das loiras

Matéria da Folha de São Paulo (1999) escrita por Otavio Frias Filho sobre padrão estético, racismo e miscigenação no Brasil.

  • 9 de dezembro de 1999
Recortes de revistas
Missão impossível

Notícia da revista Istoé (1995) sobre jogador de futebol inglês, Eric Cantona, que ao saber da intenção de contratação pelo SPFC afirma com desdém: "Brasil? É um país curioso, habitado por travestis e prostitutas".

  • 8 de março de 1995
Artigo
O gênero negro: apontamentos sobre gênero, feminismo e negritude.

Neste artigo, apresento uma revisão teórica do conceito de gênero à luz dos estudos raciais. Isto significa que os preceitos que estabeleceram importantes teorias feministas são conjugados às perspectivas raciais para entender a dupla alteridade da mulher negra. Este texto busca dar visibilidade às análises históricas e filosóficas construídas por feministas pioneiras no Brasil e nos Estados Unidos.

  • Estudos Feministas, vol. 24, n.3
  • 2016
Artigo
As críticas ao gênero e a pluralização do feminismo: colonialismo, racismo e política heterossexual

Este artigo analisa a emergência de categorias específicas no feminismo – colonialismo, racismo e política heterossexual –, focando em aspectos que interpelaram e seguem interpelando o conceito de gênero. Interessa aqui identificar quais contribuições essas categorias apresentam para se pensarem os sujeitos dos feminismos e a ação política feminista. Para tanto, propõe uma breve retomada histórica da noção de gênero no feminismo e analisa o pensamento de três autoras – Gloria Anzaldúa, Monique Wittig e Ochy Curiel – que, ao incluírem em suas análises sobre as mulheres e a sociedade a perspectiva do colonialismo, do racismo e da política heterossexual, buscaram explicitar os limites do gênero, entre eles, seus efeitos normativos, apontando para a necessidade de politização do próprio feminismo.

  • Estudos Feministas, vol. 21, n.2
  • 2013
Artigo
Feminismo negro: raça, identidade e saúde reprodutiva no Brasil (1975-1993).

Este artigo tem o propósito de investigar as interfaces entre gênero, cor/raça e saúde pública no Brasil, tendo como foco a importância da saúde reprodutiva para a constituição de um feminismo negro no país, entre os anos de 1975 a 1993. O feminismo negro se formou a partir das relações entre as militantes negras e os movimentos feminista e negro. O tema da saúde reprodutiva, com recorte racial, adquiriu importância na década de 1980, a partir de denúncias de esterilizações cirúrgicas entre mulheres negras. O artigo investiga o contexto em que emergiram tais denúncias e a relevância dessas para a formação de uma identidade entre as ativistas negras.

  • Estudos Feministas, vol. 20, n.1
  • 2012

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