CEDOC
Sobre o CEDOCObras sobre “racismo”
50 resultados

Comentários sobre os artigos de Francine Masiello, Norma Klahn, Simone Schmidt e Kia Caldewell publicados neste número da Revista Estudos Feministas.
- Estudos Feministas, vol. 8, n.2
- 2000

O mito da democracia racial brasileira, apesar de intensamente criticado por amplos setores da população negra, persiste até hoje na indústria do cinema e da telenovela. Caracteriza-se como uma poderosa cortina que dificulta a percepção dos estereótipos negativos sobre os afro-brasileiros e provoca a falta de reconhecimento da importância dos atores e das atrizes negras na história do cinema e da televisão do país.
- Estudos Feministas, vol. 16, n.3
- 2008

O ensaio que se segue buscará discutir a política de identidade que está sendo proposta no Brasil com o fim de combater o racismo. Pretende refletir sobre o significado da racialização das políticas públicas e também dos nossos costumes. A questão central discutida é o objetivo dessas políticas. A partir de mitos de origem tanto do racismo quanto do combate ao racismo, procura-se descrever a história recente da introdução dessas políticas com base na "raça" e seus objetivos.
- Estudos Feministas, vol. 16, n.3
- 2008

O artigo procura investigar a questão da mulher negra em uma perspectiva histórica, recuperando a trajetória e participação desse estrato populacional na Frente Negra Brasileira (1931-1937), considerada a maior (e a mais importante) entidade anti-racista do país no período do pós-Abolição. A principal pergunta a ser respondida aqui se refere ao papel desempenhado pelas mulheres na Frente Negra Brasileira e no seu órgão informativo – jornal A Voz da Raça.
- Cadernos Pagu, Quereres, v.28
- 2007

O artigo registra as principais iniciativas de organização do movimento negro para a III Conferência contra o Racismo. Especial destaque é dado à Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras pró-Durban, cuja presença marcante no processo garantiu conquistas importantes nos documentos finais, tanto da Conferência das Américas (em dezembro de 2000) como da Conferência de Durban (agosto/setembro de 2001). A partir da participação nessa Articulação, a autora discute as contradições e conflitos que emergiram no debate entre as nações presentes à Conferência, evidenciando seus nexos com o racismo, o colonialismo e a expansão econômica do Ocidente. Ao mesmo tempo, esboça sua visão sobre os ganhos políticos que a Conferência representou para mulheres e homens negros da diáspora, especialmente na América Latina, e os desafios que se colocam para a superação do fosso que os separa dos brancos no Brasil.
- Estudos Feministas, vol. 10, n.1
- 2002
