CEDOC
Sobre o CEDOCObras sobre “travestis”
23 resultados
Este trabalho trata dos processos de transformação do gênero executados pelas travestis que se prostituem em Porto Alegre, Brasil. Procurou-se compreender, a partir das práticas de modificação e transformação das formas do corpo, as dinâmicas de construção do feminino neste grupo. Também analisou-se as relações entre travestis e seus maridos, seus clientes da prostituição e outras travestis, para melhor compreender seus processos de aprendizado do gênero, que conforma seus gestos, suas posturas, suas sexualidades, sua relações, seus pensamentos e suas ideias.
- Universidade Federal do Rio Grande do Sul
- Mestrado
Este trabalho versa sobre aspectos do cenário social brasileiro. Especificamente, o olhar se direciona para questões que envolvem a inscrição social dos sujeitos que se denominam e/ou são denominados travestis. O “objeto” desta investigação antropológica é, portanto, o travestismo, aqui concebido como um fato social, cultural e histórico. Dediquei-me a perseguir a forma e o movimento de algumas práticas e ideias presentes no cotidiano das pessoas que estão diretamente envolvidas com o fenômeno do travestismo. Como delimitação, durante a pesquisa de campo realizada em Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, parti da observação de dois tipos de relações: as relações entre as travestis e as relações entre elas e seus companheiros. No que se refere as relações entre as travestis, o esforço se deu no sentido de compreender como a construção da identidade de gênero se vincula a experiência de socialização com as demais participantes do grupo a que pertencem. Perceber também, 'como se dá a interação entre elas, a natureza dessa interação e as diferentes formas de construção da subjetividade e da estética femininas.
- Universidade Federal de Santa Catarina
- Mestrado

Trabalho de conclusão de curso apresentado ao Departamento de Ciências Sociais da Universidade de Santa Catarina, orientado por Hélio R. S. Silva.
- Universidade Federal de Santa Catarina
Este estudo versa sobre o travestismo e a construção de identidades. O objeto de estudo são travestis que habitam e fazem trottoir em Campina Grande - cidade do agreste paraibano - não apenas como construções estéticas (Perlongher, 1987) ou como a invenção do feminino (Hélio Silva, 1993) mas como sujeitos que constroem para si mesmo um universo móvel de possibilidades - seja do gênero (Segato, 1995) ou do espaço (Clifford, 2000) como fazendo parte do urbano e complexo na sociedade atual. O que se desenvolve aqui é a importância e presença da mobilidade em praticamente todos os aspectos da vida dos travestis: no gênero, na circulação no espaço, na estética corporal, na casa em que habita, enfim num todo que é construído por vários retalhos. Foram feitas e gravadas entrevistas não diretivas, com roteiro estruturado de assuntos previamente sugeridos para a conversa. Foi desenvolvido um diário de campo com as observações colhidas em rua, na casa dos informantes e nas festas que eles realizavam e que frequentavam. Foi no total de vinte e quatro entrevistados. As informações colhidas deram conta de questões do cotidiano, da cidade em que estavam naquele momento - Campina Grande -, das cidades que perambulavam pelo país e pelo mundo, de mudanças no corpo, enfim, dados que dizem muito sobre a construção de identidade nos travestis.
- Universidade Federal de Pernambuco
- Mestrado
Esta pesquisa foi realizada entre 1990-93, na cidade do Rio de Janeiro, em áreas de prostituição de travestis. O estudo teve como objetivo a compreensão dos modelos de explicação sobre AIDS utilizados por estes atores sociais, sua influência em determinadas formas de conhecimento e o impacto destas no processo epidêmico.
- Escola Nacional de Saúde Pública
- Mestrado
