Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “violência”

276 resultados

Livro
Violência não é brincadeira

Projeto realizado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, através do Edital de Chamada Pública no 12/2020, Programa de Pesquisa Universal da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), Projeto de Pesquisa Interinstitucional “Enfrentamento de violências nas escolas de Santa Catarina: inovações educacionais no contexto da pandemia de Covid-19”.

  • Português
  • Carolina Giordano Bergmann., Gabriela Maria Dutra de Carvalho, Luciana Patrícia Zucco, Mareli Eliane Graupe, Milena Tarcisa Trindade, Miriam Pillar Grossi, Regina Ingrid Bragagnolo, Tânia Welter e Vera Márcia Marques Santos
Vídeos
1º Colóquio de Pesquisadoras/es do IEG/UFSC

O 1º Colóquio de Pesquisadoras/es do Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC), visa conhecer e levar ao conhecimento público o conjunto das pesquisas em desenvolvimento, que estão sendo realizadas por pesquisadoras/es atuantes nas frentes, núcleos e laboratórios ligados ao IEG, bem como de suas associadas. As sessões são organizadas por afinidades temáticas das pesquisas, e acontecerá na última segunda-feira de cada mês, buscando conectar os temas ao Calendário Anual das Diversidades.

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Trabalho de Conclusão de Curso
Mulher e violência na sociedade capitalista

O presente trabalho optou por abordar uma particularidade que a cada dia se insere no cotidiano de homens e mulheres, independente de camadas sociais a que pertençam: a violência contra a mulher, baseada na experiência de estágio do curso de Serviço Social na Delegacia de Defesa da Mulher.

  • Universidade Estadual do Ceará, Universidade Federal do Ceará
Tese
Gênero, deficiência, cuidado e capacitismo: uma análise antropológica de experiências, narrativas e observações sobre violências contra mulheres com deficiência

Estudos sobre violências contra mulheres com deficiência são, geralmente, mais restritos por exigirem conscientização para a abordagem conjunta entre gênero, deficiência e violência. As poucas produções no campo dos Estudos sobre Deficiência que versam sobre o tema afirmam que as explicações atuais sobre violência de gênero e deficiência são insuficientes para avaliar as várias situações que levam as mulheres com deficiência a experienciarem formas de violência. O objetivo geral da pesquisa foi fazer uma análise antropológica de experiências, narrativas e observações sobre violências contra mulheres com deficiência. A pesquisa de campo envolveu a articulação entre vários campos teóricos e de pesquisa, inclusive da análise de narrativas de três mulheres com deficiência física na cidade de Belo Horizonte. O eixo central se baseia na articulação entre as teorias feministas, queer e crip, tendo como eixo o campo das violências contra mulheres com deficiência, considerando, sobretudo, o potencial de uso de categorias de articulação e de intersecionalidades como gênero, deficiência, capacitismo, violência e cuidado. Como categoria múltipla e relacional, as violências contra mulheres com deficiência também devem abranger uma pluralidade de componentes sociais e de contextos socioculturais atravessados por relações de poder imbricadas entre si. A depender do contexto social, as violências contra mulheres com deficiência ora são uma expressão das relações de gênero, ora são motivadas pela condição de deficiência ou, ainda, são o produto da polarização entre as categorias de gênero e deficiência e suas interfaces analíticas.

  • Universidade Federal de Santa Catarina
  • Mestrado
Livro
Judicialização da violência de gênero em debate : perspectivas analíticas

Apresentamos aqui um conjunto de pistas para a pesquisa que emergem de trajetórias consolidadas ao longo dos anos sobre a judicialização da “violência de gênero”. Sendo assim, este livro é dedicado a uma necessária sistematização dos fundamentos para a pesquisa sobre a judicialização da “violência de gênero” no seu estado atual, procurando identificar caminhos possíveis para o desenvolvimento do campo de estudos e para o aprofundamento do diálogo com os agentes de intervenção. São ensaios que buscam elencar elementos analíticos considerados de base para a pesquisa antropológica e que podem, em certa medida, ampliar a troca com outras disciplinas, com grupos organizados em torno de bandeiras feministas, bem como com profissionais que atuam no sistema judiciário e em outras instituições que se defrontam com os desafios da judicialização da “violência de gênero”.

  • Português
  • Fernanda Cardozo e Theophilos Rifiotis

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