Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “cultura”

243 resultados

Recortes de revistas
Les femmes, l'art et la culture

Matéria da CNAC magazine (1983) que fala sobre cultura, arte e entrevista com a escritora feminista Michèle Coquillat.

  • 1983
Recortes de jornais
A ordem da mulher

Matéria da Folha de São Paulo (1996) sobre debate "O Feminino" entre Marta Suplicy e professor de filosofia da USP, Renato Janine Ribeiro, abordando a existência ou não de uma essência feminina.

  • 26 de maio de 1996
Recortes de jornais
Feminismo sem eufemismo

Matéria do jornal Folha de São Paulo (1996) escrita por Otavio Frias Filho sobre feminista radical Andrea Dworkin e debate sobre diferença natural ou cultural entre os gêneros masculino e feminino.

  • 23 de maio de 1996
Artigo
“‘Las mujercitas` del franquismo”: como ensenar y aprender un modelo de feminidad (1936-1960).

En este trabajo nos proponemos realizar un análisis del rol de la dictadura franquista, y fundamentalmente el nacionalcatolicismo, en la transmisión de un particular modelo de feminidad que constituyó una pieza fundamental en su política de dominio económico y social, vertebrada desde el ámbito familiar, educativo y comunitario. Dicho análisis se ha realizado desde aquellas lecturas, consejos, discursos y reflexiones hechas por y para las mujeres, con el fin de ofrecer herramientas de reflexión sobre las pervivencias ideológicas, culturales y mentales de dicho modelo en la sociedad española actual.

  • Estudos Feministas, vol. 24, n.1
  • 2016
Artigo
O activismo estético feminista de Nikki Craft

Uma das condições para que na sociedade sejam alicerçados valores de género misóginos consiste na existência de uma estrutura de produção cultural heterossexual compulsiva, dominante e universalista que estabeleça princípios de representação dos sexos claramente diferenciados, que tendam a favorecer mais o homem em detrimento da mulher. Partimos de um princípio de que a produção da cultura origina processos de reprodução, o que significa, em termos práticos, que a representação de signos, códigos, valores e comportamentos associados aos sexos é potencialmente materializada nas sociedades, por homens e por mulheres. Essa tem sido uma batalha levada a cabo por muitas mulheres a partir da segunda vaga do movimento feminista, nomeadamente pela ala mais radical, que tem procurado reivindicar novos paradigmas no que diz respeito às convenções culturais de género. O que propomos neste estudo é analisar algumas das campanhas levadas a cabo por Nikki Craft, uma feminista radical norte-americana que viria a organizar e/ou a protagonizar nos anos 1970 e 1980 vários protestos em espaços públicos de algumas cidades dos Estados Unidos. Neste estudo procuramos clarificar as motivações e as estratégias levadas a cabo por essa feminista, cujos activismos incidiram contra algumas das estruturas culturais (campo da arte, instituições da beleza e indústria pornográfica) legitimadoras de representações desencadeadoras de prejuízos para a mulher

  • Estudos Feministas, vol. 18, n.3
  • 2010

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