Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “violência”

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Artigo
Violência e tecnologias de gênero: tempo e espaço nos jornais

Este texto busca compreender uma tecnologia de gênero que constrói "homens" e "mulheres", o masculino e o feminino, nas páginas dos jornais, sublinhando, nos discursos jornalísticos sobre violência, a violência própria dos discursos - a violência dessa tecnologia.

  • Estudos Feministas, vol. 17, n.2
  • 2009
Artigo
Masculinidade, Sexualidade e Estupro as Construções da Virilidade

O ensaio trata de modalidades de construção da virilidade. Tem como referência falas de prisioneiros sentenciados por estupro. A pesquisa revela que as suas representações oscilam entre a atribuição do qualificativo de monstruosidade e sua caracterização como o mais banal ato de relações sexuais entre homens e mulheres. O transformismo dos sentidos culturais em torno da idéia de estupro é um dos pontos centrais deste artigo. As representações do estupro levam a caracterizá-lo como um forte núcleo do “imaginário da sexualidade de gênero”, que distingue radicalmente os lugares do masculino e do feminino. O estupro representa a reafirmação do caráter sacrificial dos corpos das mulheres.

  • Cadernos Pagu, Trajetórias do gênero, masculinidades..., v.11
  • 1998
Artigo
¿Violencia invisible o del éxtasis al dolor?

Los valores y roles para cada género no tienen el mismo reconocimiento social. Se trata de una construcción cultural que pretende, apoyándose en las diferencias, y en una dicotómica jerarquización y poder, establecer una desigualdad que acentúa la supremacía de lo masculino como valor. En la cultura patriarcal - como tendencia - suelen ser los hombres los más violentos, para un comportamiento de dependencia y docilidad en las mujeres. Por ello las relaciones de pareja, asociadas con fantasías de amor, constituyen un espacio de poder y son acosadas constantemente por vivencias de servidumbre y dominio. Diferencia - jerarquía - desigualdad - discriminación - violencia, circuito invisible en retroalimentación que la cultura reedita cotidianamente y que se expresa desde formas psicológicas, hasta daños extremos fundamentalmente hacia las mujeres en los vínculos amorosos.

  • Estudos Feministas, vol. 16, n.1
  • 2008
Artigo
Preconceito e discriminação como expressões de violência

Neste ensaio discutem-se a construção do preconceito e a visibilidade das discriminações decorrentes, duplamente associadas à condição de emergência das diferenças: seja pela afirmação e manipulação da condição da diferença, seja por sua insistente negação ou dissimulação. Em ambos os casos, o não-reconhecimento das diferenças ou a falta de respeito a elas se fazem presentes, criando novos padrões de violência. A reflexão constrói uma ponte entre o preconceito e a violência, enfatiza as diversas formas de discriminação e exclusão, e compreende os seguintes aspectos: os parâmetros jurídicos em relação a co-existir e a re-conhecer; as ciências sociais diante da construção das diferenças/ dis-semelhanças; os fundamentos conceituais da categoria ‘preconceito’ e suas derivantes em relação às de discriminação e exclusão social; os mecanismos do preconceito; a relação diferença–preconceito, imagem e racionalização do outro.

  • Estudos Feministas, vol. 10, n.1
  • 2002
Artigo
Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência

Tomo como ponto de partida neste ensaio a questão de um laço estabelecido entre diferença de gênero e tipos de agência. Meu interesse está na relação entre identidade de gênero e discursos de gênero, entre o gênero enquanto vivido e o gênero enquanto construído. Ao final do ensaio, discuto essas questões no contexto da violência interpessoal.

  • Cadernos Pagu, Corporificando gênero, v.14
  • 2000

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