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Sobre o CEDOCObras sobre “pornografia”
15 resultados

Projeto de pesquisa para exame de qualificação, curso de Psicologia. Os temas estão disponíveis no sumário.
- Universidade Federal de Santa Catarina

Matéria da Tribuna da Imprensa (1987) sobre grupos de mulheres feministas indianas saindo nas ruas para esconder e destruir imagens de mulheres nuas ou com pouca roupa que são usadas para publicidade, grupo Saheli diz que essas imagens transformam os estereótipos femininos em objetos sexuais.
- 13 de maio de 1987

A partir de uma comparação entre os discursos da pornografia e da sexologia, este artigo explora questões sobre as variadas manifestações da sexualidade na cultura, a construção de roteiros eróticos e as operações através das quais o sexo é materializado através de instâncias de produção de verdade. Embora pareça inusitado, sugerimos que estes dois exemplos são saberes sexuais que compartilham referências e formas de atuação que nos fazem pensar a respeito da preeminência de certas normas de gênero e de interpretações contemporâneas acerca da produção da materialidade do sexo.
- Estudos Feministas, vol. 24, n.3
- 2016

Este trabalho expõe uma controvérsia que tem oposto teóricos liberais a parte do movimento feminista no debate público estadunidense. No centro da controvérsia está a discussão sobre a desejabilidade da repressão estatal a material pornográfico. Liberais tendem a ver na demanda feminista por proibição da pornografia uma mera reedição moralista e antiliberal da velha censura. Feministas, por sua vez, procuram colocar o tema como um problema de ordem político-igualitária, apoiando-se no argumento de que a pornografia é uma indústria de conteúdo misógino e uma ameaça concreta à igualdade sociopolítica entre homens e mulheres, uma vez que sua difusão modifica o modo como as mulheres são percebidas no espaço público. Procuram, assim, igualar a pornografia a outras expressões de ódio e intolerância, como o racismo e a homofobia.
- Estudos Feministas, vol. 21, n.1
- 2013

Nestas observações procuro refletir sobre algumas conseqüências da maneira como pensamos e vivemos nossos desejos. Procuro contrastar nossos desejos com a idéia de liberdade e com a maneira como pensamos a natureza. Isso me leva rapidamente a pensar na pornografia, na identidade masculina e em seguida no nosso regime de auto-estima. Desemboco então em um conjunto de temas que se relacionam com as estruturas institucionais e emocionais do patriarcado sob um regime de heterossexualidade normatizada. Tento considerar esses temas sob um ponto de vista da experiência de quem foi treinado na masculinidade e se incomoda com suas conseqüências. Procuro encontrar um modo de repensar o agenciamento de nossos desejos e encontrar caminhos para um exercício de nossas capacidades de desejo que sejam, de alguma forma, mais livres.
- Estudos Feministas, vol. 12, n.1
- 2004
