CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
- Estudos Feministas, vol. 18, n.1
- Estudos Feministas, vol. 22, n.2
A redução das taxas de fecundidade e de mortalidade no caso brasileiro tem sido responsável pela configuração de um novo padrão demográfico, no qual se observa uma sobrevida das mulheres. A questão da “feminização” do envelhecimento é apontado como um problema para as políticas públicas, considerando o perfil sociodemográfico das idosas. A grande maioria das idosas não contribuiu para a Previdência Social e tem baixa escolaridade. A falta de rendimento e o não reconhecimento do trabalho reprodutivo das mulheres as colocam, muitas das vezes, em situação de dependência. Este estudo mostra que, do ponto de vista quantitativo, as políticas assistenciais têm atingido seu público-alvo – principalmente as mulheres idosas em situação de pobreza.
- Revista Gênero, Vol. 12, n. 2
Este artigo discute imagens que foram constituídas como eróticas na televisão brasileira da década de 1980, com destaque para as telenovelas Gabriela (Rede Globo, 1975) e Pantanal (Rede Manchete, 1990) e as personagens Gabriela e Juma. No processo de constituição de determinados sujeitos “eróticos”, a revista Veja exerceu papel fundamental, ao divulgar, de forma positiva, atributos considerados sedutores nos corpos das atrizes erotizadas. Essas personagens são emblemáticas, pois atualizam estereótipos, como a indelével sensualidade brasileira, e a forte corporalidade carregada de diversos atributos, como brejeirice, malícia e morenice. O artigo explora a produção de telenovelas com vistas a mapear imagens que contribuíram para construir a subjetividade erótica à brasileira.
- Estudos Feministas, vol. 18, n.1
Este artigo discute a construção da identidade de gênero na infância e analisa as interações entre professoras e crianças em geral e, especialmente, as crianças que transgridem os padrões de gênero que lhes são impostos. Trata de um processo de socialização de gênero caracterizada por uma disciplina heteronormativa de controle, regulação e normatização dos corpos e dos desejos de meninas e meninos na educação infantil. Revela os espaços da pré-escola como espaços de encontro, confronto e convívio com a diversidade. Nesse contexto, as possibilidades de produção, reprodução e resistência à discriminação de gênero interagem de maneira complexa e colocam-nos muitos desafios.
- Revista Gênero, Vol. 12, n. 2



