CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
- Caderno Espaço Feminino, v.10 n.12_13
Atualmente, são conhecidos diversos fatores herdados que predispõem à ocorrência de tromboembolismo venoso (TEV), os chamados fatores trombofílicos.A associação entre a terapia de reposição hormonal (TRH) e risco de trombose tem sido alvo de muitas controvérsias, vários estudos têm mostrado que mulheres que fazem uso de TRH possuem maior risco de TEV.O presente estudo investigou um grupo de 205 mulheres realizando terapia de reposição hormonal com objetivo de investigar a prevalência de mutações que conferem risco de tromboembolismo venoso em mulheres na população de Belém (PA), através das técnicas de PCR e RFLP. A mutação FII 20210G foi encontrada em 4 mulheres com a freqüência (1%), a mutação do Fator V de Leiden foi encontrada em 11 mulheres correspondendo a freqüência de (29%),no locus MTHFR 667, a transição CT, foi identificada em 109 mulheres, conferindo uma freqüência de (30%).A comparação entre as freqüências genotípicas observadas e esperadas nos três loci por meio de Qui-quadrado, encontram-se em equilíbrio de Hardy-Weinberg. A mutação do Fator V de Leiden encontra-se estatisticamente significativa quando comparada a população do Brasil, residentes em Ribeirão Preto;a mutação FII 20210G com baixa freqüência, não diferiu estatisticamente de dados já publicados e a mutação MTHFR apresentou resultados significativos em relação aos países da Grécia e Itália e quando feito associações com as mutações protrombóticas em questão, não foi conferido risco hereditário pela presença das mutações, nem quando associados aos fatores adquiridos com presença de câncer, risco cirúrgico e doença arterial.
- Universidade Federal do Pará
Neste trabalho, analiso alguns processos de produção e veiculação de representações de maternidade, tomando como referência o Programa Nacional Bolsa-Escola. Meu estudo insere-se nos campos dos Estudos Culturais e dos Estudos Feministas, nas vertentes que têm proposto uma aproximação crítica com a abordagem pós-estruturalista. Para a operacionalização da pesquisa, selecionei um conjunto de documentos referentes a esse Programa, produzidos e publicados no período de 1999 a 2003. Exploro os textos do Programa tomando como base os conceitos de discurso, representação, identidade, gênero e poder com o intuito de analisar os diferentes modos pelos quais a maternidade é, ali, representada e significada.
- Estudos Feministas, vol. 13, n.1
El término género se tornó un atajo, en la década de los 1970s, para designar la construcción cultural y no las bases biológicas del tratamiento desigual entre hombres y mujeres, además de la dominación de las mujeres por los hombres. En las últimas tres décadas de teorización feminista ese vocablo se tornó tan ubícuo como ambíguo pero, sorprendentemente, no existe una historia semántica de sus orígenes, de sus significados, ni de los varios abordajes. En este artículo demuestro que sexólogos y psicólogos americanos introdujeron la palabra gênero en los años 1950s, con la intención de distinguir el sexo anatómico del género social. Esa construcción biomédica de género es relevante para entender las dificultades epistemológicas, en la teoría feminista, con la conección entre género y sexo. El artículo aborda tres questiones relacionadas entre sí: 1) la costumbre, entre académicas feministas, de asociar el término género a las diferencias sexuales; 2) el dualismo heterosexual que caracteriza la noción médica original de género social y que persiste en gran parte de la teoría feminista, hasta fines de los años 1980s; y 3) la indisputada dicotomía cartesiana entre naturaleza y cultura que permanece como un hilván en las controversias sobre sexo y género. Este artículo, inevitablemente, no es conclusivo. Como sugiero, avances de la biotecnología pueden abrir nuevos panoramas en relación al dilema antropológico fundamental de conciliar la cultura con la naturaleza.
- Estudos Feministas, vol. 12, n.2
Mesmo que em posição de desigualdade em relação a autores contemporâneos, a escrita das mulheres esteve presente na literatura hebraica desde os anos 1880. Este artigo examina o espaço conquistado por essa escrita, a partir de 1980, sob o feminismo e o pós-modernismo, em dois textos ficcionais: Guêi Ôni de Shulamit Lapid e Arba Imahot de Shifra Orn que destacam a vida de mulheres, suas figuras centrais, em diferentes conjunturas da história de Israel.
- Revista Gênero, v.5 n.1




