Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
A produção da maternidade no Programa Bolsa-Escola

Neste trabalho, analiso alguns processos de produção e veiculação de representações de maternidade, tomando como referência o Programa Nacional Bolsa-Escola. Meu estudo insere-se nos campos dos Estudos Culturais e dos Estudos Feministas, nas vertentes que têm proposto uma aproximação crítica com a abordagem pós-estruturalista. Para a operacionalização da pesquisa, selecionei um conjunto de documentos referentes a esse Programa, produzidos e publicados no período de 1999 a 2003. Exploro os textos do Programa tomando como base os conceitos de discurso, representação, identidade, gênero e poder com o intuito de analisar os diferentes modos pelos quais a maternidade é, ali, representada e significada.

  • Estudos Feministas, vol. 13, n.1
Artigo
Vestidos de noivas

Este artigo apresenta primeiramente uma contex-tualização histórica da figura da noiva no ocidente, para culminar na análise dos vestidos de noiva e sua evolução pelos séculos, gerando assim o modelo da Noiva, símbolo de pureza e de rito de passagem. Com isso, passa-se a análise de obras de arte contemporânea (Rosângela Rennó e Beth Moisés) que se apoderam desse arquétipo.

  • Caderno Espaço Feminino, v.13 n.16
Artigo
La mujer es puro cuento:* la cultura del género

El término género se tornó un atajo, en la década de los 1970s, para designar la construcción cultural y no las bases biológicas del tratamiento desigual entre hombres y mujeres, además de la dominación de las mujeres por los hombres. En las últimas tres décadas de teorización feminista ese vocablo se tornó tan ubícuo como ambíguo pero, sorprendentemente, no existe una historia semántica de sus orígenes, de sus significados, ni de los varios abordajes. En este artículo demuestro que sexólogos y psicólogos americanos introdujeron la palabra gênero en los años 1950s, con la intención de distinguir el sexo anatómico del género social. Esa construcción biomédica de género es relevante para entender las dificultades epistemológicas, en la teoría feminista, con la conección entre género y sexo. El artículo aborda tres questiones relacionadas entre sí: 1) la costumbre, entre académicas feministas, de asociar el término género a las diferencias sexuales; 2) el dualismo heterosexual que caracteriza la noción médica original de género social y que persiste en gran parte de la teoría feminista, hasta fines de los años 1980s; y 3) la indisputada dicotomía cartesiana entre naturaleza y cultura que permanece como un hilván en las controversias sobre sexo y género. Este artículo, inevitablemente, no es conclusivo. Como sugiero, avances de la biotecnología pueden abrir nuevos panoramas en relación al dilema antropológico fundamental de conciliar la cultura con la naturaleza.

  • Estudos Feministas, vol. 12, n.2
Artigo
Escritoras Israelense a elaboração da história

Mesmo que em posição de desigualdade em relação a autores contemporâneos, a escrita das mulheres esteve presente na literatura hebraica desde os anos 1880. Este artigo examina o espaço conquistado por essa escrita, a partir de 1980, sob o feminismo e o pós-modernismo, em dois textos ficcionais: Guêi Ôni de Shulamit Lapid e Arba Imahot de Shifra Orn que destacam a vida de mulheres, suas figuras centrais, em diferentes conjunturas da história de Israel.

  • Revista Gênero, v.5 n.1
Artigo
Mulheres e negras: duplamente discriminadas-experiências teórico-metodológicas com educadoras trabalhadoras
  • Caderno Espaço Feminino, v.13 n.16

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