Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Artigo
Marcadores sociais da diferença e infância: relações de poder no contexto escolar

Na primeira parte do artigo apresento contribuições de autores de diversas áreas no que se refere às relações de gênero em sala de aula, entre crianças e adolescentes. Na segunda parte, apresento resultados parciais da pesquisa de campo de minha dissertação de Mestrado, realizada numa escola pública da cidade de Campinas, Estado de São Paulo, analisando temas como a relação das crianças com as diferenças de classe, raça, gênero e outros marcadores sociais, as hierarquias de poder na sala de aula e as concepções infantis sobre heteronormatividade.

  • Cadernos Pagu, v.26
Artigo
Apresentação
  • Cadernos Pagu, (trans)formações, v.24
Artigo
O efeito do sexo: políticas de raça, gênero e miscigenação

Este artigo propõe uma discussão das implicações políticas e teóricas da miscigenação como uma formação discursiva, que produz como seu centro a figura idealizada e essencializada do mestiço – mulata ou mulato. Em segundo lugar, toma o caso concreto da construção de duas figuras de gênero racializadas no ambiente da chamada reafricanização da cultura e da política em Salvador: o brau e a beleza negra. O primeiro, uma performance masculina hiper-sexualizada e agressiva, marcada por releituras juvenis vernáculas da “cultura” funk-soul; a segunda, um ideal de mulher e de beleza feminina, oscilante entre políticas de identidade e formas de subjetivação definidas pela relação com o mercado. Em ambos os casos, observa-se a encenação de uma crítica prática ao “regime de verdade” da miscigenação.

  • Cadernos Pagu, Cara, cor, corpo, v.23
Artigo
Qual prevenção? Aids, sexualidade e gênero em uma favela carioca
  • Cadernos Pagu, O risco do bordado, v.22
Artigo
Afinal, quem é mesmo pedófilo?

O presente artigo busca problematizar alguns dos aspectos pertinentes ao debate contemporâneo em torno das “novas” modalidades de experimentação dos desejos erótico-sexuais, em especial a pedofilia/o pedófilo, discutindo os modos pelos quais tais conceitos vêm sendo re-significados nos últimos anos. A partir do referencial teórico dos Estudos Culturais e dos Estudos de Gênero, numa abordagem pós-estruturalista de análise, pretendo mostrar que, apesar das tentativas de aprisionar/categorizar/ normatizar determinados comportamentos em torno da sexualidade, a partir de campos de conhecimento específicos, estes escorregam, escapam, vazam, nos sentidos que lhes são atribuídos.

  • Cadernos Pagu, v.26

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