CEDOC
Sobre o CEDOCObras sobre “medicina”
117 resultados
O propósito deste trabalho é o de contribuir para o conhecimento da medicina enquanto prática social. A seleção deste objeto de estudo decorreu da disposição de aderir à posição firmada no campo da Medicina Preventiva e Social, de que a compreensão dos fenômenos ligados à saúde e a doença, na medida em que exprimem outras tantas dimensões das práticas sociais dos grupos humanos, pode e deve ser complementada pelo estudo do sentido dessas práticas sociais por referência aos conjuntos históricos em que se estruturam. Buscando portanto situar-se nesse campo de investigação científica, este estudo procurou inicialmente a sua justificativa particular na relativa ausência de pesquisas dirigidas à prática médica em sua dimensão de trabalho socialmente determinado, e se propôs a tarefa de procurar esclarecer as determinações estruturais do trabalho médico no modo de produção capitalista
- Universidade de São Paulo
- Mestrado

Matéria da revista Veja (1987) sobre estudante que entrou em coma com lipoaspiração.

Matéria do Correio Braziliense (1989) sobre trabalho de professora e pesquisadora da medicina que está na linha de frente da formação de pesquisas em genética na UNB.

Matéria do Correio Braziliense (1989) sobre médica que vence o machismo e aceira convite para vice presidência da Associação dos Docentes da UNB.

Al mismo tiempo que la gineco-obstetricia se feminiza, aumenta la problematización de la violencia obstétrica. Es a partir de estos dos fenómenos que el artículo se propone describir las diferentes posturas que los actores han tomado en torno de la introducción de prácticas de ‘parto humanizado’ – clasificadas como ‘abiertas’, ‘intermedias’ y de ‘resistencia’–, en tanto y en cuanto éstas buscan disminuir la violencia obstétrica. En especial, se subrayan las explicaciones y reacciones de las mujeres gineco-obstetras ante la violencia obstétrica. El análisis busca mostrar cómo el género como construcción y la antropología como método y enfoque contribuyen a entender el fenómeno y hacer inteligible esta aparente paradoja. Como conclusión, se plantea que establecer relaciones entre la feminización de la ob-gyn y la problematización de la violencia obstétrica nos permiten una entrada a la comprensión de los alcances y limitaciones del proceso de feminización de la profesión médica
- Estudos Feministas, vol. 24, n.1
