Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “medicina”

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Tese
Medicina e historia: raízes sociais do trabalho médico

O propósito deste trabalho é o de contribuir para o conhecimento da medicina enquanto prática social. A seleção deste objeto de estudo decorreu da disposição de aderir à posição firmada no campo da Medicina Preventiva e Social, de que a compreensão dos fenômenos ligados à saúde e a doença, na medida em que exprimem outras tantas dimensões das práticas sociais dos grupos humanos, pode e deve ser complementada pelo estudo do sentido dessas práticas sociais por referência aos conjuntos históricos em que se estruturam. Buscando portanto situar-se nesse campo de investigação científica, este estudo procurou inicialmente a sua justificativa particular na relativa ausência de pesquisas dirigidas à prática médica em sua dimensão de trabalho socialmente determinado, e se propôs a tarefa de procurar esclarecer as determinações estruturais do trabalho médico no modo de produção capitalista

  • Universidade de São Paulo
  • Mestrado
Recortes de revistas
Vaidade perigosa

Matéria da revista Veja (1987) sobre estudante que entrou em coma com lipoaspiração.

Recortes de jornais
Médica comanda pesquisa

Matéria do Correio Braziliense (1989) sobre trabalho de professora e pesquisadora da medicina que está na linha de frente da formação de pesquisas em genética na UNB.

Recortes de jornais
Furando preconceitos

Matéria do Correio Braziliense (1989) sobre médica que vence o machismo e aceira convite para vice presidência da Associação dos Docentes da UNB.

Artigo
La gineco-obstetricia en México: entre el “parto humanizado” y la violencia obstetrica.

Al mismo tiempo que la gineco-obstetricia se feminiza, aumenta la problematización de la violencia obstétrica. Es a partir de estos dos fenómenos que el artículo se propone describir las diferentes posturas que los actores han tomado en torno de la introducción de prácticas de ‘parto humanizado’ – clasificadas como ‘abiertas’, ‘intermedias’ y de ‘resistencia’–, en tanto y en cuanto éstas buscan disminuir la violencia obstétrica. En especial, se subrayan las explicaciones y reacciones de las mujeres gineco-obstetras ante la violencia obstétrica. El análisis busca mostrar cómo el género como construcción y la antropología como método y enfoque contribuyen a entender el fenómeno y hacer inteligible esta aparente paradoja. Como conclusión, se plantea que establecer relaciones entre la feminización de la ob-gyn y la problematización de la violencia obstétrica nos permiten una entrada a la comprensión de los alcances y limitaciones del proceso de feminización de la profesión médica

  • Estudos Feministas, vol. 24, n.1

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