
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Dando continuidade a série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, a entrevista é com Daniela Varela, estudante de Fisioterapia e bolsista de Extensão do projeto Artivismo.
A entrevista desta edição dá continuidade à série de entrevistas com a equipe que integra o IEG e fazem acontecer nos bastidores, contribuindo com ideias e realizando projetos. Nosso objetivo é trazer o pensamento da equipe, mostrando suas ideias, sonhos e reflexões sobre os estudos de gênero e feministas. Nesse boletim trazemos a contribuição de Daniela Varela, estudante de Fisioterapia e bolsista de Extensão do projeto Artivismo.
Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC.
Daniela Varela (DV): A minha aproximação com o IEG veio a partir de uma demanda da UFSC - Araranguá, onde sou graduanda de Fisioterapia; No campus, casos de discriminação e assédio contra estudantes mulheres e LGBTQI+ se restringiam a comentários de corredor e acabavam no esquecimento sem que qualquer medida fosse tomada. Então a partir destas demandas, verificou-se a necessidade da criação de um projeto que ampliasse a visibilidade do tema, e foi criado um grupo denominado "Roda de Conversa Sobre Gênero e Sexualidade". Semanalmente, o grupo aberto criou oportunidades de identificar obstáculos enfrentados na universidade, debatendo temas polêmicos e despertando a autocrítica, além de se tornar um lugar de acolhimento. E a partir do momento que comecei a frequentar o grupo, despertou em mim um grande interesse por temas voltados às questões de Gênero e pesquisadores da área, e foi então que eu e uma colega enviamos um resumo para apresentar no Fazendo Gênero 12 e houve essa aproximação com o IEG. As minhas atividades dentro do instituto se relacionam de uma maneira muito harmônica, porque a cada semana aprendo algo novo com grupo me torna um ser humano melhor e consequentemente uma futura profissional da saúde mais inclusiva.
Quais têm sido suas atividades e prioridades como bolsista do IEG, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
(DV): Diante da atual conjuntura e o cenário epidêmico, nossas atividades estão todas no formato remoto e diante disso eu como bolsista auxílio nas questões técnicas para transmissão de eventos, articulações com artistas e movimentos sociais, na escrita de relatórios entre outros documentos que surgem a partir das demandas do IEG.
Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
(DV): Diante da atual conjuntura e o cenário epidêmico, nossas atividades estão todas no formato remoto e diante disso eu como bolsista auxílio nas questões técnicas para transmissão de eventos, articulações com artistas e movimentos sociais, na escrita de relatórios entre outros documentos que surgem a partir das demandas do IEG.









