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Sobre o CEDOCObras sobre “feminismo”
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Pode se afirmar que a reprodução de ideias valores e juízos em relação à condição da mulher na sociedade tem sido componente fundamental da medicalização do feminismo. Essa reprodução realiza se em vários momentos e dimensões da prática médica
- Universidade de São Paulo
- Mestrado
A presente pesquisa busca pensar sobre o movimento feminista, hoje, no Rio de Janeiro. O eixo central da análise volta-se para uma avaliação do discurso de feministas de diversos grupos, buscando compreender de que forma definem autonomia e a importância que esta tem para o movimento. Discute o conceito de autonomia, sua alteração no decorrer dos anos e a atual tendência do movimento feminista de uma maior atuação junto ao Estado e outras instituições.
- Universidade Federal de Santa Catarina
- Mestrado
Cette these cherche a reconstituer, a travers une periodisation dictee par les grands tournants de la vie politique bresilienne depuis les annees 60, la genese et l'evolution du projet feministe engendre un contexte particulier, caracterise par l'articultion d'une societe en voie de modernisation et d'un regime autoritaire. Dans un deuxieme temps elle traite l'institutionnalisation du mouvement feministe qui, cotoyant le processus de redemocratisation du pays, est devenu un feminisme pionniere dans son genre, l'etude tache d'aprehender toutes les significations associes au mot "feminisme" par les bresiliennes pendant les annees 1970, a la lumiere d'une distinction entre mouvement "de(s) femmes", "feministe" et "de liberation des femmes". On y analyse notamment la trajectoire du feminisme a rio de janeiro et a sao paulo et on discrimine ses orientations ideologiques, en les confrontant a celles d'un feminisme de l'exil. Par la suite, on examine l'expansion nationale du feminisme et la relation entre les discours et les pratiques des feministes et des groupements politiques bresiliens dans les annees 80. Suggerant la distinction entre etudes "sur les femmes" et "feministes" le travail retrace egalement, a l'aide de la meme periodisation, le chemin parcouru par le champ de recherche "sur la femme" au bresil, en essayant de comprendre la singularite de ses rapports avec le mouvement feministe.
- Universitè de Paris VII
- Doutorado
Parto e Poder é um estudo antropológico que analisa as relações entre assistência ao parto e políticas de humanização desenvolvidas no Brasil e que atendem recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde). Um dos principais atores que protagoniza as ações em prol da humanização é a REHUNA (Rede de Humanização do Parto e do Nascimento), teia de movimento que abriga profissionais da saúde e ONGs ligadas ao feminismo. A pesquisa empírica enfoca, assim, a REHUNA (suas formas de organização e seu ideário), e também duas experiências institucionais de humanização da assistência: uma maternidade pública em Florianópolis, Santa Catarina e dois cursos de capacitação de parteiras tradicionais, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Foram feitas, assim, três etnografias: da Rede, da Maternidade e dos Cursos, através de observação participante, entrevistas e histórias de vida. O movimento pela humanização do parto é visto como um desdobramento do parto sem dor, vanguarda obstétrica que veio da Europa nos anos 50, e que já explicitava as relações intrínsecas entre parto e política. O Parto Humanizado atual incorporou um ethos individualista-libertário, comum aos movimentos sociais pós-anos 70 e partilhado por camadas médias urbanas, as quais pertencem os ativistas da rede. Procura-se compreender como o feminismo é interpretado pelo movimento e se a humanização da assistência ao parto aponta para mudanças nas relações de gênero e de poder que historicamente constituíram o campo da assistência ao parto no Brasil.
- Universidade Federal de Santa Catarina
- Doutorado

PROJETO DE TESE Parto e Poder é um estudo antropológico que analisa as relações entre assistência ao parto e políticas de humanização desenvolvidas no Brasil e que atendem recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde). Um dos principais atores que protagoniza as ações em prol da humanização é a REHUNA (Rede de Humanização do Parto e do Nascimento), teia de movimento que abriga profissionais da saúde e ONGs ligadas ao feminismo. A pesquisa empírica enfoca, assim, a REHUNA (suas formas de organização e seu ideário), e também duas experiências institucionais de humanização da assistência: uma maternidade pública em Florianópolis, Santa Catarina e dois cursos de capacitação de parteiras tradicionais, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Foram feitas, assim, três etnografias: da Rede, da Maternidade e dos Cursos, através de observação participante, entrevistas e histórias de vida. O movimento pela humanização do parto é visto como um desdobramento do parto sem dor, vanguarda obstétrica que veio da Europa nos anos 50, e que já explicitava as relações intrínsecas entre parto e política. O Parto Humanizado atual incorporou um ethos individualista-libertário, comum aos movimentos sociais pós-anos 70 e partilhado por camadas médias urbanas, as quais pertencem os ativistas da rede. Procura-se compreender como o feminismo é interpretado pelo movimento e se a humanização da assistência ao parto aponta para mudanças nas relações de gênero e de poder que historicamente constituíram o campo da assistência ao parto no Brasil. *A tese final está disponível online em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/86639/207876.pdf?sequence=1&isAllowed=y
- Universidade Federal de Santa Catarina
